Especial Alisamento | Das técnicas rudimentares para deixar os fios lisos aos ativos usados e as apostas do futuro, conheça a história dessa técnica e de como a Blumare através de pesquisas de última geração e ativos nobres desenvolveu o Reconstrutor Capilar, tratamento revolucionário anti-idade saudável aos fios e, de quebra, mais suave, cujo propósito é contribuir para a preservação do meio ambiente.

 

O Ontem | Como eram os alisamentos

Da gordura animal, que era usada na antiguidade aos procedimentos químicos que rompem as estruturas internas dos fios, veja como foi a evolução das técnicas e dos produtos para alisar.

Os cabelos lisos despertavam o interesse das pessoas na Antiguidade, e para alisarem eles aplicavam a gordura animal na cabeleira para que ela brilhasse e ficasse com um acabamento mais alinhado. O ingrediente podia ser extraído do rabo do jacaré, do porco ou de peixes. Há relatos também que existia outra técnica, em que um cone de cera perfumada, feita com gordura vegetal ou animal, era colocado sobre a cabeça, para que, sob o sol escaldante, derretesse e alinhasse a cabeleira.

E a partir da década de 1930, que o alisamento ganhou força, e foi desenvolvida uma técnica mecânica, com um instrumento metálico, semelhante a uma pinça e que tinha uma placa em cada ponta. Depois de aquecidas, eram usadas para prensar as mechas, fazendo as vezes do que seria hoje a chapinha. Nos anos 1940, surgiu uma ferramenta que sobreviveu durante algumas décadas, o pente quente. Ele apresentava um resultado com melhor acabamento do que o citado anteriormente, justamente por seu formato dentado. Lá pelos anos 1950 é que ingredientes químicos passaram a alisar as madeixas. Eles já eram usados como transformadores capilares, mas para conseguir o efeito contrário: ondular os fios.

Os anos 1970 e 1980 trouxeram um novo comportamento em relação às cabeleiras, que já não estavam mais tão lisinhas. Fios armados, crespos e volumosos roubavam a cena, não para demonstrar status ou luxo, mas eram a representação da espontaneidade e de uma época de contestação.  Apesar de nessa época ter esses novos estilos, foi justamente nela que outras substâncias químicas, que agem no interior da fibra e promovem o alisamento, como o tioglicolato de amônio, ganharam destaque.

Mas nenhuma novidade foi tão revolucionaria quanto o surgimento da escova definitiva (ou alisamento japonês), que foi a técnica mais comentada a partir dos anos 1990.  Também realizada com tioglicolato de amônio, deixava os fios retos e com menos volume e contava com o uso de prancha. No inicio dos anos 2000, surge um elemento que viria a ser rotulado como vilão: o formol. Estrela das escovas progressivas, não passou no filtro das instituições médicas e que regulam cosméticos, pois foi associado a sérios problemas de saúde.

Hoje | Naturalmente liso

Depois de toda a movimentação provocada pelo formol e de sua condenação, a indústria cosmética apertou o passo na busca de alisantes que atendam ao desejo das consumidoras.

As orientações da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) são claras: todos os alisantes devem, obrigatoriamente, ser registrados no órgão, pois podem possuir substâncias proibidas, de uso restrito e em condições e concentrações inadequadas. Conheça as substancias permitidas atualmente:

Hidróxidos – Sais metálicos de ação intensa e moléculas pequenas que entram mais facilmente no cabelo. Não é indicado colorir no mesmo dia do alisamento.

Tricolato de amônio – Promove um alisamento mais suave e menos agressivo do que os hidróxidos. Serve para amolecer a fibra, por meio da quebra das pontes dissulfeto (ligações entre átomos de enxofre) que formam os aminoácidos de cistina, ou seja, sua força para quebrar as ligações é a menor entre as bases. Em contrapartida, há pouca perda de proteínas.

Enquanto não existir uma solução milagrosa para alisar sem causar danos, a indústria cosmética tem apostado em novas fórmulas. O novo objetivo não é apenas alisar, é preciso garantir saúde. Quando o cabelo é cuidado de dentro para fora, ou seja, o córtex é abastecido, ele ganha peso, reduzindo assim o frizz (que dá a sensação de bagunçado e muito crespo) e domando o volume.

Há uma associação de novos ativos, que podem combater as agressões provocadas com processos de alisamento e tratam o couro cabeludo, o folículo e a haste do cabelo.  Algumas opções como: AMDM, Amisol Trio, Capixil, Hydra.Sil, dentre outras.

 

 

O amanhã | Beleza com saúde e propósito


Em busca de novos ativos e associações que garantam um procedimento cada vez mais rápido e seguro, menos agressivo e que ofereça benefícios extras aos fios, laboratórios continuam na busca pelo alisamento perfeito.

“O futuro de produtos com aspecto natural estará em ascensão, com nutrientes, aminoácidos, silicones, bases naturais e polímeros orgânicos que diminuam e preservem a saúde. É a química verde ganhando força com sustentabilidade nos processos produtivos, baixo impacto ao ambiente, utilização de tecnologias limpas e formulações mais suaves.” Raphael Costa, químico da Blumare.

BLUMARE PROFESSIONALE


Blumare Pro faz parte de uma nova geração de cosméticos capilares, que priorizam a saúde dos profissionais, das suas clientes e um profundo respeito ao meio ambiente, com formulações suaves, inovadoras e sustentáveis, dentro da chamada química verde.A performance e os resultados dos nossos produtos são incomparáveis, com seu processo rápido, prático e seguro de aplicação, tratando os fios enquanto alisa. Proporciona um alisamento natural, realinhando os fios e eliminando o totalmente o frizz, livre de formol, além de outros benefícios extras: brilho, maciez, maleabilidade e emoliência (fios com caimento mais leve e maleável). É um tratamento anti-idade saudável aos fios e, de quebra, mais suave, cujo propósito é contribuir para a preservação do meio ambiente. Nossos produtos não são testados em animais.

 

Fonte: Cabelos&Cia

  • Cristiano Aveiro

    Será q esse alisamento sem danos demorará para chegar ao mercado? Tenho cabelo crespo/cacheado e infelizmente os alisamentos q já realizei só contribuíram para danificá-lo. Fico na expectativa para q os laboratórios químicos e as empresas de cosméticos consigam elaborar um produto com tais características. Será uma revolução nos tratamentos de beleza!