Saiba tudo sobre os processos que alisam e relaxam o cabelo:

Resultado de imagem para TIOGLICOLATO quem pode usar

Tanto o Tioglicolato como a Guanidina são químicas que mudam a textura capilar, favorecendo o alisamento, permanente ou relaxamento dos fios. É comum que muitos profissionais confundam a função das substâncias e seus resultados. De acordo com a expert Victoria Gomes, do salão Vizu Carioca, no Rio de Janeiro, explica a diferença entre os compostos, como cada um age nos fios e os cuidados necessários após seu uso no cabelo das clientes. Acompanhe!

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE O TIOGICOLATO E A GUANIDINA

“O tioglicolato é um ativo químico que pertence à família dos tioglicólicos. Ele atua desestruturando as pontes de dissulfeto das células corticais, sendo possível realizar três serviços diferentes: alisamento de longa duração, relaxamento e permanente”, contou a expert, destacando que são incompatíveis com o hidróxidos, colorações progressivas com sais metálicos, colorações oxidativas com volumagem de oxidante acima de 20 volumes, descolorantes, henê e henna.

Já a guanidina pertence à família dos hidróxidos. Ela atua na retirada de um átomo de enxofre das pontes de dissulfeto, tendo como consequência o alinhamento da fibra e a redução do volume. “Com essa substância é possível realizar apenas o relaxamento, sendo ela incompatível com tioglicolicos, colorações progressivas com sais metálicos, colorações oxidativas com volumagem de oxidante acima de 20 volumes, descolorantes, henê e henna”, disse.

OS TIPOS DE CABELO PODEM APOSTAR NO:

TIOGLICOLATO

 

De acordo com a profissional, o tioglicolato é indicado para cabelos com grau de ondulação I ao IV, que vai do liso ao cacheado, e não deve ser utilizado em madeixas com hidróxidos, mechas mais claras que o loiro claro (8.0) e em quantidade acima de 50%. “É bom que se evite também usar a substância em cabelos danificados, já que esses não devem passar por nenhum processo químico”, afirmou.

GUANIDINA

“O hidróxido de guanidina é indicado para cabelos com grau de ondulação IV ao VIII, do cacheado ao supercrespo”, pontuou, destacando que é sempre necessário realizar uma mecha-teste antes de qualquer serviço químico para garantir que o fio da cliente consiga passar por esse processo, caso contrário, o resultado pode ser uma fibra sensibilizada e com tendência à quebra.

 

IMPORTANTE

CUIDADOS COM OS CABELOS APÓS O USO DO TIOGLICOLATO OU DA GUANIDINA

Segundo Victoria, após passar por uma transformação química, os cabelos devem receber cuidados periódicos. “No salão, o mais indicado é o serviço de Resgate Pós-Química. Em casa, sugira à cliente que mantenha o uso dos produtos da coleção e realize hidratações profundas com a máscara de duas a três vezes por semana”, concluiu.

 

Fonte: Segredos de Salão